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Filhos do Queijo

O Filhos do Queijo nasceu no ano passado e hoje vemos que faz parte do ideal do Instituto. A proposta desse projeto é formação de profissionais conscientes e especializados num curso gratuito e específico para jovens. O objetivo é juntar queijeiros (no sentido mais amplo da profissão) e jovens que tem vontade de trabalhar porém, cada vez menos oportunidades de aprender e trabalhar, por motivos diversos.
A loja decorrente da conclusão da primeira turma, A Queijaria na Quebrada (que visa democratizar o acesso ao queijo artesanal na periferia do Grajaú, Zona Sul SP) faz também parte da administração do IZM.

IZM - Instituto Zé Mário

O Instituto Zé Mario – siga em @institutozemario – é uma organização sem fins lucrativos, pois tudo serve para manter os projetos de educação queijeira, com sede urbana na Rua Aspicuelta, 35 – 2o. andar – Vila Madalena – São Paulo – Brasil, tendo como diretores e gestores Jéssica, Jade e Igor, formados no projeto @filhosdoqueijo

O IZM é uma homenagem, em vida, para Zé Mario, Waldete, Carlinhos e Eudes, família responsável por manter viva a tradição do queijo artesanal brasileiro. Quando só se produzia queijo fresco ou no máximo com meia cura há dez anos atrás, foram eles o epicentro da resistência em continuar maturando queijo, lhe trazendo a identidade e sabor regional, só possivel com o tempo de vida. Na contramão da industrialização e rapidez de produção e consumo, foram por muito tempo desvalorizados e desrespeitados, mas hoje sabemos o tamanho do movimento que originaram. Uma verdadeira revolução queijeira.
Os princípios do IZM são baseados nos anos de convívio íntimo com a família Zé Mario:
– “ser” mais que “ter”;
– mais queijo com sabor e história, menos imagem e hipocrisia;
– o compartilhar talvez seja o grande sentido da vida humana, pois com a finitude as posses e escrituras geralmente se tornam brigas por mais e mais;
– respeito à natureza, pois somos parte dela, e não nossa posse;
– política estratégica o tempo todo nos desumaniza e aliena;
– democratização do acesso ao conhecimento e ao queijo contra os processos de concentração de renda e poder;
– valorização do homem do campo, com combate efetivo ao êxodo rural;
– relações queijeiras são muito mais que meramente comerciais, são pontes com o alimento vivo e sagrado;
– difusão de cultura queijeira sem bairrismos, competição ou meritocracia;
– educação queijeira focada em crianças e jovens ajudando na desconstrução do “complexo de vira-lata” ou de “país do futuro”.

 

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